O CipherTrust Data Security Platform é a plataforma unificada de segurança de dados da Thales. Em uma única console (CipherTrust Manager), reúne descoberta, classificação, criptografia, tokenização, mascaramento e controle de acesso — protegendo dados em repouso, em uso e na nuvem.
Esta plataforma de demonstração (site web estático) apresenta cada módulo com showcases dedicados, diagramas conceituais, demonstrações interativas em JavaScript e tutoriais de implantação fiéis aos guias oficiais TD SYNNEX.
Proteção de dados em uso: substitui CPF, cartões e e-mails por tokens irreversíveis, preservando o formato (FPE/FF1).
Proteção de dados em repouso: criptografia transparente a nível de arquivo/volume, com GuardPoints, políticas e proteção anti-ransomware.
Descobre e classifica dados sensíveis em bancos, arquivos e nuvem, por nível de risco — base para conformidade.
Gestão centralizada do ciclo de vida de chaves em AWS e Azure, com BYOK/HYOK e rotação automática.
O showcase de Tokenização inclui três demonstrações em JavaScript puro (sem back-end), com dados fictícios:
Anima a substituição do dado real pelo token (FPE) e permite reverter. Tokens válidos recuperam o valor original; tokens adulterados resultam em 403 ACCESS DENIED.
O mesmo dado é exibido de forma diferente conforme o perfil do usuário e a política do CT-VL:
| Perfil | Política | Resultado (ex.: CPF) |
|---|---|---|
| 👔 Diretor | detokenize + view clear | 123.456.789-09 (claro) |
| 🎧 Call Center | apenas mask | ***.***.789-09 (mascarado) |
| 💻 Desenvolvedor | sem detokenize | 111.444.777-06 (tokenizado) |
Demonstra que um token roubado, usado fora do Tokenization Server (banco de terceiros, planilha, API externa), é apenas um valor sem significado: 0 rows, #N/D, 402 recusado.
A demonstração usa uma função FPE didática (Format-Preserving Encryption) que preserva o tipo de cada caractere: número vira número, letra minúscula vira minúscula, letra maiúscula vira maiúscula, e a pontuação (. - @ espaço) é mantida. Assim o token tem o mesmo formato e tamanho do dado original, sem quebrar sistemas.
// Tokenização FPE didática — preserva o tipo do caractere (mesma função nas 3 demos) function tokenizeStr(s){ var out = "", digits = "0123456789"; for(var i = 0; i < s.length; i++){ var c = s[i]; if(c >= '0' && c <= '9') // dígito → dígito out += digits[(parseInt(c)*7 + i*3 + 4) % 10]; else if(c >= 'a' && c <= 'z') // minúscula → minúscula out += String.fromCharCode(((c.charCodeAt(0)-97 + 7 + i) % 26) + 97); else if(c >= 'A' && c <= 'Z') // maiúscula → maiúscula out += String.fromCharCode(((c.charCodeAt(0)-65 + 7 + i) % 26) + 65); else out += c; // pontuação preservada } return out; }
| Dado real | Token (FPE) | Formato preservado |
|---|---|---|
123.456.789-09 | 111.444.777-06 | ✔ só dígitos |
4111 5643 8890 1234 | 2470 4439 0333 6666 | ✔ formato de cartão |
cliente@empresa.com | jtroyfr@tcgjxmv.zml | ✔ só letras (sem números) |
Caio Alberto | Jiry Mypthkg | ✔ maiúsculas preservadas |
A seção de Tutoriais reproduz fielmente os Guias de Implantação TD SYNNEX, com 100 capturas de tela reais distribuídas em 37 seções, cobrindo:
A plataforma opera em quatro camadas: as fontes de dados são descobertas e protegidas pelos módulos (DDC, CTE, CT-VL, CCKM); todas as chaves, políticas e logs são centralizados no CipherTrust Manager; e as evidências alimentam a governança e conformidade.
A criptografia (CTE) protege dados em repouso — arquivos e volumes ficam cifrados no disco, de forma transparente para as aplicações. A tokenização (CT-VL) protege dados em uso — substitui o valor sensível por um token de mesmo formato, usado no lugar do dado em bancos e aplicações. Use CTE para proteger o armazenamento; CT-VL para reduzir a exposição do dado nos sistemas e no escopo de conformidade.
Significa que não há um cofre (banco de tokens) armazenando os pares dado↔token. O token é derivado criptograficamente (FPE/FF1), o que elimina o gargalo e o risco de um repositório central, tornando a solução altamente escalável.
FPE (Format-Preserving Encryption) é uma cifra que produz uma saída no mesmo formato e tamanho da entrada. O FF1 é o modo aprovado pelo NIST (SP 800-38G), baseado em AES. Assim, um CPF continua com cara de CPF e um cartão passa na validação de formato — sem quebrar sistemas legados nem exigir mudança de schema.
Depende do template: pode ser reversível (permite detokenizar) ou irreversível (ideal para LGPD/anonimização). Quando reversível, a detokenização só ocorre dentro do CT-VL, mediante a política e a chave corretas, e apenas para usuários autorizados — com auditoria de cada acesso.
Não. Fora do CT-VL, o token é apenas um valor sem significado: não corresponde a nenhum registro em bancos de terceiros, não é um cartão válido em APIs de pagamento e não abre nada em planilhas. Só o CT-VL, com política e chave, consegue reverter — e ainda assim apenas para quem tem permissão.
As políticas do CT-VL definem o que cada perfil vê do mesmo dado: um diretor pode ver em claro (detokenize), o call center vê mascarado (ex.: ***.***.789-09) e o desenvolvedor recebe apenas o token. A máscara mostra só os caracteres necessários para a operação, sem expor o valor completo.
BYOK (Bring Your Own Key) permite gerar a chave no CipherTrust e importá-la para a nuvem (AWS/Azure), mantendo o controle da origem. HYOK (Hold Your Own Key) mantém a chave sempre sob seu controle on-premises. Em ambos, o CCKM centraliza o ciclo de vida (criação, rotação, expiração, revogação) num único painel.
Um GuardPoint é um diretório/volume colocado sob proteção do CTE. Cada GuardPoint tem exatamente uma Policy associada, que define a chave, quais usuários/processos acessam, a ação permitida e o efeito (permit, deny, apply key, audit). É o que torna a criptografia transparente e controlada por identidade.
Com criptografia validada em FIPS 140-3, gestão central de chaves e auditoria, a plataforma apoia LGPD, PCI-DSS, GDPR e HIPAA — reduzindo o escopo de conformidade (ex.: dados tokenizados saem do escopo de dados sensíveis) e fornecendo evidências para auditoria.
Não. Todas as demos usam dados fictícios e rodam inteiramente no navegador (JavaScript, sem back-end). A função de tokenização das demos é uma cifra didática reversível — o CT-VL real utiliza FF1/FF3 (NIST) com AES e chaves no CipherTrust Manager.
↑ TopoPrincipais termos usados na plataforma e nesta documentação.
Uma passagem animada pelos 12 termos-chave, com definição e exemplo prático de cada um (~34s):
🔊 Trilha ambiente suave · 💬 Legendas em português (ative o botão CC do player). Baixar o vídeo (MP4)
| Termo | Definição | Exemplo prático |
|---|---|---|
| Tokenização | Substituição de um dado sensível por um token — valor substituto sem significado fora do sistema. Reduz a exposição e o escopo de conformidade. | Um e-commerce guarda token=2470... no lugar do cartão real. Se o banco vazar, o cartão não é exposto. |
| Token | Valor substituto gerado pela tokenização. Preserva o formato do dado original, mas não carrega o valor real. | 123.456.789-09 → 111.444.777-06 (mesmo formato de CPF). |
| Vaultless | Tokenização sem cofre (sem banco de tokens). O token é derivado criptograficamente, ganhando escalabilidade. | Milhões de tokens/seg sem um banco central virar gargalo ou alvo único de ataque. |
| FPE Format-Preserving Encryption | Criptografia que preserva o formato e tamanho da entrada — não quebra schemas nem validações legadas. | Campo VARCHAR(14) de CPF continua válido: o token também tem 14 caracteres com pontos e traço. |
| FF1 / FF3 | Modos de FPE aprovados pelo NIST (SP 800-38G), baseados em AES. FF1 é o mais recomendado. | No template do CT-VL, escolhe-se FF1 para tokenizar cartões mantendo o dígito de Luhn. |
| Mascaramento masking | Exibição parcial do dado, mostrando só o necessário conforme o perfil. | Atendente vê 4111 **** **** 1234 — suficiente para confirmar o cartão, sem expor o número. |
| Detokenização | Reverter o token ao valor original. Só ocorre dentro do CT-VL, com política e chave, para usuários autorizados. | O setor financeiro, autorizado, detokeniza para emitir a nota fiscal com o CPF real. |
| CT-VL | CipherTrust Vaultless Tokenization — servidor de tokenização (dados em uso). | Proteger CPF/cartão num CRM sem alterar a estrutura do banco. |
| CTE | CipherTrust Transparent Encryption — criptografia transparente de dados em repouso. | Cifrar a pasta D:\dados_sql\ de um SQL Server sem mudar a aplicação. |
| GuardPoint | Diretório/volume protegido pelo CTE. Cada um tem exatamente uma Policy. | /dados/financeiro vira um GuardPoint com a policy “só o grupo Finanças lê”. |
| Policy Política | Regras (chave, quem acessa, ação e efeito) que governam o acesso e a criptografia. | Regra: usuário backup → ação read → efeito Deny (recebe cifrado). |
| LDT Live Data Transformation | Recurso do CTE que cifra pastas que já contêm dados, sem downtime. | Cifrar 2 TB de arquivos em produção enquanto os usuários seguem trabalhando. |
| DDC | CipherTrust Data Discovery & Classification — descobre e classifica dados sensíveis por risco. | Um scan encontra 12.400 CPFs numa planilha esquecida e marca como “Risco: alto”. |
| TDP | Máquina/appliance que executa os scans de descoberta do DDC. | O TDP varre file servers e bancos toda madrugada, gerando o relatório de sensíveis. |
| CCKM | CipherTrust Cloud Key Management — gestão centralizada de chaves de nuvem. | Rotacionar todas as chaves do Azure Key Vault e do AWS KMS de um só painel. |
| BYOK Bring Your Own Key | Gerar a chave no CipherTrust e importá-la para a nuvem, mantendo o controle da origem. | A chave nasce on-premises (FIPS 140-3) e é enviada ao AWS KMS como material BYOK. |
| HYOK Hold Your Own Key | Manter a chave sempre sob controle próprio (on-premises), sem entregá-la à nuvem. | Dado na nuvem só é decifrado se o serviço consultar a chave que nunca sai do seu data center. |
| KMIP | Key Management Interoperability Protocol — padrão para gestão de chaves. | Um storage NetApp pede a chave ao CipherTrust Manager via KMIP. |
| CipherTrust Manager | Console central: chaves, políticas, domínios e auditoria de todos os módulos (FIPS 140-3). | Um único login administra chaves do CTE, CT-VL e CCKM ao mesmo tempo. |
| Domínio multitenancy | Segmentação lógica que isola recursos, chaves e políticas por setor/projeto/cliente. | Domínio “RH” e domínio “Finanças” não enxergam as chaves um do outro. |
| NAE | Interface do CipherTrust usada pelo CT-VL para as operações de tokenização via rede. | A DemoApp chama a interface NAE (TLS) para tokenizar/detokenizar. |
| FIPS 140-3 | Padrão do governo dos EUA que valida módulos criptográficos. | Exigência comum em edital de banco/governo: “criptografia validada FIPS 140-3”. |
| LGPD / PCI-DSS GDPR / HIPAA | Regulações de proteção de dados (Brasil, cartões, Europa e saúde nos EUA). | Tokenizar o PAN do cartão tira o sistema do escopo pesado do PCI-DSS. |
| Camada | Tecnologia / abordagem |
|---|---|
| Front-end | HTML5 + CSS3 (design system com variáveis) + JavaScript vanilla (sem frameworks) |
| Estrutura | Hub central + 4 showcases + tutoriais + resumo técnico (páginas estáticas) |
| Idiomas | Bilíngue PT-BR / ES (i18n via data-i18n) |
| Temas | Claro e escuro (dark mode) com persistência em localStorage |
| Acessibilidade | Skip-link, foco visível, no-js fallback, ARIA no dropdown |
| Performance | Imagens otimizadas, lazy-loading, barra de progresso, scroll-spy |
| Conformidade visual | Paleta oficial Thales (navy #0c2340 · ciano #00b0b9) |
O acesso à demonstração é feito pelo próprio site, publicado sob o domínio corporativo e protegido por Cloudflare Access — apenas usuários previamente autorizados conseguem acessar.
Os botões de acesso usam caminhos internos relativos (âncoras da própria página), sem URL absoluta fixa — assim o domínio pode mudar (ou migrar de/para a Cloudflare) sem quebrar os links.
| Botão | Caminho interno |
|---|---|
| Acessar demo (topo) | #cta |
| Acessar demonstração (Hub) | #modulos |
| Acessar demonstração (Tokenization) | #demo |
| Acessar demonstração (CTE / DDC / CCKM) | #how |